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sexta-feira, 31 de maio de 2019


Mais tarde, Teófilo chega em casa e encontra Rubi transtornada.
- O que houve minha filha?
- Aquela mulherzinha quer estragar a minha vida, meu pai.
- Quem que você está falando?
Nair e Arthur chegam na hora exata.
- Da Simone, meu pai. Ela me ameaçou só porque eu briguei com a filha dela. -Desabafa Rubi.
- Por que você fez isso Rubi? Eu estou cansado de dizer pra evitar as provocações da filha dessa mulher.
- Pai, eu não vou deixar ela falar mal do senhor né? Eu tenho que te defender oras.
- Você é um grande orgulho pra mim, Rubi. Sempre a Simone atrapalhando nossas vidas. Você viu Nair? Agora você acredita na cobra que anda fazendo o nosso inferno aqui dentro dessa casa. Com ela em nossas vidas, eu não tenho paz, nem mesmo dentro da minha própria casa. - Esbraveja Teófilo.
- Pai, o que o senhor vai fazer? A Simone não pode nos tratar desse jeito.
- Não se preocupe. Eu vou tomar minhas providências.
- Teófilo, o que você vai fazer? -Interfere Nair, preocupada.
Teófilo sai irritado porta afora e não responde a mulher.
Rubi vibra com a atitude do pai e Arthur a encara.
- O que está olhando? Nunca viu? -Ela questiona.
- Rubi, o que você aprontou hein? -Pergunta Nair, determinada.
- Não é da sua conta, Nair. -Ela se retira.


Conflito Familiar

Simone fecha a janela quando a campainha toca. Ela atende.
- Você por aqui? -Ela se surpreende.
- Simone, que história é essa de você ameaçar a minha filha?
- Ah, eu vejo que já ficou sabendo.
- Como você pode ser tão vil?
- Vil? Você não sabe o que a sua filha fez né? Sua filha humilhou a Débora mais uma vez e eu não fiquei calada não. Eu defendo a minha filha com unhas e dentes. Eu sou mãe da Débora e não vou deixar sua filha maltratar ela não.
- Simone, eu quero que você deixe a minha família em paz.
- Se for com a Rubi, pode ficar sabendo que não vai ter paz. Enquanto ela estiver aprontando, eu vou interferir sim.
- O que você pretende fazer com a minha filha, hein?
- Se necessário, eu a mando prendê-la. Eu ligo pro ajuizado de menores ou pra polícia, seja o que for, mas eu a denuncio. Eu tenho coragem, Teófilo!
- Você não vai fazer isso! Você não vai prender a minha filha! Entendeu?
- Ela que não ande na linha senão eu tomo as minhas providências.
- Como você não tem coração!
- Quem não tem coração é você, que não consegue enxergar os erros da Rubi. Pra você, ela é um anjo de candura, mas para os outros que a conhece, ela não passa de uma adolescente rebelde que anda sentindo falta da escola e de uma boa surra. -Ela fala determinada com fúria.

Uma semana depois, Kathleen percebe um pouco de febre em Vinícius que não consegue dormir. Ela acorda cedo, chama o pai e os dois decidem analisar a situação do menino. Keyla acorda com o barulho na cozinha e encontram-nos se preparando pra sair.
- O que está acontecendo? Vocês vão aonde?
- Keyla, cuide da casa que eu vou levar a sua irmã e o Vinícius ao médico. Ele não amanheceu bem esta manhã. -Diz o pai, colocando uma jaqueta por cima do ombro.
- Pai, o que ele tem? -Ela pergunta curiosa.
- Eu não sei, filha. Pode ser uma virose, talvez. -Ele responde, preocupado. - Kathleen, está pronta?
- Sim, pai. - A jovem responde do quarto, trazendo a criança. - Tchau, maninha!
- Tchau! -Keyla despede-se dos dois.

Chegando ao posto de saúde público, Kathleen observa a quantidade de pessoas na fila e se preocupa com o estado de saúde do filho. Ezequiel a conforta.
- Ele está mesmo ruím, não é?
- Sim, pai. Eu não sei o que eu faço.
- Vamos ter que aguardar.
- Esse é o problema, meu pai. Aguardar.
De repente, uma senhora passa mal e é socorrida por algumas pessoas e procura atendimento médico rapidamente pra ela. A recepcionista diz que ela precisa aguardar pois não tem como ajudá-la naquele momento. Kathleen olha pra Ezequiel indignada com o menino ao lado.
Enquanto muitos reclamavam pela falta de atendimento do posto, a senhora não conseguia ficar bem. Ezequiel deixa Kathleen um pouco e decide ajudar a senhora também a ser atendida depressa. Percebendo a gravidade, os enfermeiros enfim a socorrem e a levam pra emergência, priorizando tal ocorrido.
- Foi uma atitude muito nobre da sua parte. -Diz Kathleen ao pai.
- Eu tinha que fazer algo né? Você me conhece perfeitamente! -Diz ele sorrindo um pouco.
Depois de meia hora na fila da emergência, Kathleen é atendida e Vinícius é examinado pelo doutor Ricardo, um especialista que cuida de várias crianças do bairro.
- E então, doutor? O que ele tem? -Pergunta ela aflita.
Ele vira-se à jovem e diz:
- Seu filho está com Dengue. Ele vai ficar em observação por algumas horas, mas não se preocupe, ele vai ficar bem. Eu vou passar uma receita e você pode pegar aqui mesmo na farmácia os medicamentos necessários pra dar à ele na hora certa, ouviu? Mas antes quero que ele fique por algumas horas no soro fisiológico ok!
- Obrigada, doutor! Eu fiquei muito preocupada.
- Não precisa se preocupar, Kathleen. A sorte dele é que essa Dengue não é das graves. Mas é muito importante que você e a sua família se previna dela.- Recomenda o médico.
- Claro, doutor! Eu vou tomar as melhores precauções possíveis.


Prevenção

- Bem, o seu filho vai precisar tomar bastante líquido, como suco, água e um repouso também seria ideal.
- Eu não sei como vou lhe agradecer. -Ela responde, gentil.
O médico sorri com o jeito de Kathleen e responde:
- Que tal começando a analisar melhor o lugar onde vocês moram.

Enquanto isso, Estela decide procurar informações de Kathleen e descobre que ela já estudara com seu namorado. Já Daisy decide investir no namoro com Ariosvaldo e Cecília decide iniciar um curso de informática com a amiga Mel. O seu primeiro dia é super legal.

Kathleen cuida do Vinícius quando Hiroshi a encontra.
- Oi, amor! Como está o nosso menino?
- Está bem agora. Ele está em observação.
- Você precisa de alguma coisa?
- Sim. Eu preciso da sua companhia.
- Claro. Eu vou ficar com vocês.
- Hiroshi, eu falei brincando. Às vezes, você pode ter algum compromisso.
- Não se preocupe! Eu não tenho nada pra fazer hoje mesmo. -Ele sorri, alegremente.

Mais tarde, os alunos da escola participam de um movimento na luta contra a Dengue. Os professores organizam grupos de patrulha pra fiscalizarem as casas da população do bairro. Daisy e Ariosvaldo visitam a casa de Simone que os recebem gentilmente e Cecília e Mel, a casa de Nair. Os adolescentes vasculham tudo, principalmente vasos de plantas, tonéis, caixas d’águas e outros recipientes. Daisy enche de areia o prato do vasinho de planta de Simone e recomenda:
- Lave com esponja, água e sabão todos os pratos de vasos de plantas que você tiver em sua casa, pelo menos uma vez por semana. Se você tiver plantas aquáticas, troque a água também uma vez por semana, sempre os lavando bem.
- Obrigada pela dica, Daisy. Eu vou saber direitinho o que fazer. A Dengue não vai entrar em minha casa, não! Não mesmo!
Ariosvaldo interrompe um pouco o diálogo:
- É sempre bom evitar água da chuva acumulada sobre a laje de sua casa. As calhas, as garrafas destampadas também precisam ser cuidadas. É muito importante deixar a tampa da caixa d’água bem fechada pra evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegyphti.
- Então, é necessário tratar a piscina também, né? -Pergunta curiosa Simone.
- Sim. O tratamento é feito com cloro. -Ele responde.


SBP lança movimento contra o Aedes
Ao saírem da casa de Simone, Ariosvaldo é surpreendido com um beijo da namorada.
- O que foi? -Ele se espanta.
- Nada. Você mereceu, sabe tudo!
Ariosvaldo sorri alegre.

Enquanto isso, Cecília também está com a mão na massa. Ela verifica as vasilhas, os ralos de banheiros e os recipientes que armazenam água facilmente. Nair fica despreocupada quando a vistoria termina.
- E então, está tudo ok? -Ela pergunta preocupada.
- Sim, Nair. A sua casa está cuidada.
- Nossa! Que boa notícia! Com essa epidemia por aí, eu já estou preocupada.
- É só você tomar as melhores medidas que a Dengue jamais vai entrar na sua casa. -Ela responde. - Não é isso, amiga?
- É isso, sim, Cecília. Se todos ajudarem, o nosso país estará livre dessa doença. - Finaliza Mel.
- Vocês têm razão, meninas! Vamos lutar que um dia, venceremos!
- É assim mesmo que se fala, Nair! -Diz Mel.

No escritório, Estela aguarda um telefonema ansiosa quando o celular toca.
- Alô, senhorita Estela! Posso ajudá-la?
- Sim. Eu preciso saber daquelas informações que eu lhe dei sobre Kathleen.
- Claro! Eu verifiquei-as pra senhorita.
- Ótimo! E quais são as boas notícias?
- A tal Kathleen que a senhora pediu pra me checar é uma moradora mineira, residente de São Lourenço. Mora com o pai e a irmã e possui um filho chamado Vinícius.
- Esse filho não é do Wellington, não é? -Ela fica preocupada.
- Não, senhorita! Ele é filho de um rapaz chamado Fábio, morador do estado de Alagoas. Ele está separado da jovem.
- Interessante! O que mais tem pra mim?
- Apenas isso, senhorita. Qualquer coisa, eu ligo pra lhe trazer mais informações sobre a jovem.
- Obrigada por tudo! Continue investigando que o seu dinheiro está garantido. -Ela se despede e desliga.




Próximo Capítulo: 03/06 (20hs)

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Tantas vezes te imaginei em pensamento
Tantas vezes acordei pensando como seria
se te olhasse de perto
mas é impossível cair no sono sem lembrar de um possível momento,
momento este que nos conhecemos
que me deixa em profundo êxtase
quando seu nome grita por dentro
Apesar da distância, sinto meu coração transbordar
de alegria quando você me chama
Meus olhos brilham, um sorriso surge na boca
Fico sem palavras quando diz que me ama

Como eu queria que você estivesse próximo agora

Sentir teu corpo, teu rosto junto ao meu
Poder te abraçar e te dizer o quanto foi prazeroso te conhecer
O quanto a saudade apertou quando estávamos distantes um do outro
O quanto eu pude perceber que minha vida não tinha sentido
sem você!
Posso ter conhecido muitas pessoas
Posso ter o dom que eu tenho de conquistá-las
mas quando você surgiu na minha vida
não hesitei em pensar que você era o que eu esperava encontrar
Você me olhou de um jeito desigual
me enxergou do jeito que eu sou, sem tirar nem pôr
virou meu coração do avesso mas me mudou!

Hoje sinto que cada dia que passa preciso de um abraço seu
Nem que seja em forma de palavras, eu não ligo
mas preciso, preciso, preciso!
Que o abraço seja suficiente do que o beijo
que o beijo seja necessário do que o simples toque
mas eu preciso, desejo, espero!

Beijo

segunda-feira, 27 de maio de 2019


Ariosvaldo senta junto com Daisy no refeitório e os dois conversam bastante. Mel percebe a mudança radical do rapaz e decide cochichar com Cecília.
- Você não está percebendo como o Ariosvaldo está diferente?
- Diferente, como?
- Diferente, ora.  Desde que chegou à escola, ele mudou os olhares. Antes, não parava de olhar pra você.  Agora, parece que ele se focou pra Daisy.
- Mel, o que está insinuando?  Se ele está diferente, é problema dele.
- Acho que ele desistiu de você.
- Bom pra mim, né?
- Cecília, se ele mudou mesmo, acredito que você o perdeu. Veja como ele está com a Daisy! -Ela aponta.
- Mel, vamos mudar de assunto, ok?
- Tudo bem.  Mas ouça amiga: você não pode se arrepender agora.  Você deu chance pra isso acontecer.  Foi você mesma que não quis o sentimento dele.
Cecília a encara séria e decide sair da mesa, fazendo com que Mel percebesse a sua reação estranha.


Amigas Conversando

Ezequiel espera com as suas compras no caixa do supermercado, quando uma mulher um pouco mais nova do que ele, lhe pergunta pelas horas. Ele responde, gentil e a deixa passar em sua frente. A gentil mulher paga as compras e sai porta afora. Ezequiel paga e sai também, levando as sacolas. Por um rápido momento, a mulher não consegue abrir o porta-malas do seu carro e Ezequiel ao vê-la naquela situação, decide ajudá-la. Ele abre o porta-malas e ela agradece gentilmente.
- Qual é o seu nome?  -Pergunta ele.
- Yoná! -Ela responde.
- Prazer. O meu é Ezequiel.

Enquanto isso, Hiroshi telefona para o pai que deseja muito vê-lo de volta ao Japão. Ele decide contar ao pai sobre o seu relacionamento com Kathleen.
- Eu não posso voltar agora, pai!
- Por que não, Hiroshi? Seu lugar é aqui!
- Pai, eu preciso te falar algo.  Eu conheci uma pessoa.
- O quê? Você não pode ter feito isso!
- Eu estou namorando ela e provavelmente, iremos nos casar.
- Você está louco, Hiroshi. Você saiu daqui á trabalho e não pra se relacionar com ninguém.
- Pai, tenta me entender. Eu estou vivendo bem. Ela se chama Kathleen e tem um filho.
- Um filho? Você está me dizendo que namora uma mãe solteira?
- Sim. Qual é o problema disso?
- Você não tem juízo mesmo. Sair daqui da nossa casa pra viver uma aventura ao lado de uma mãe solteira.
- Pai, por favor, não vamos discutir, ok! Eu amo a Kathleen e sei que ela também me ama. Eu gosto do Vinícius e o trato como se fosse do meu sangue.
- Você é um tolo! E quanto á Yuko? Sua ausência está a fazendo sofrer aqui em Tókio. Ela sabe que você conhecera uma brasileira?
- Eu ainda não falei com ela meu pai. Eu resolvi falar com você antes de tudo.
- Quero você de volta em três dias.
- Eu não vou voltar. Só volto quando tiver casado com a Kathleen.
- Hiroshi, você não brinca comigo, senão eu arrumo as minhas malas e vou direto pra aí.
- Pai, preciso desligar agora. Tenho que levar o Vinícius pra escola.  -Ele desliga sem dar nenhuma importância.
- Hiroshiiiiiiii!  - Se ira Takiro.
Kathleen ouve toda a discussão e pergunta:
- Como o seu pai ficou?
- Ele ficou transtornado.
- Eu não quero lhe causar problemas.
- Você não está me causando problema nenhum. Meu pai tem que entender que eu sou dono da minha vida. Eu faço o que eu quiser e ponto.  Não importa o que ele diga ou faça, eu nunca vou deixar de seguir o meu objetivo.
- Eu tenho tanto medo de que ele possa te prejudicar por minha causa.
- Não. Não pense assim, meu amor. Não tem que ter medo dele.  - Ele diz, a beijando e abraçando-a carinhosamente.

Wellington chega ao escritório e pega a agenda na mesa de Estela e sai em imediato. Estela o segue, confusa e o interroga:
- Wellington, o que está havendo?
- Estela, eu não sabia que estava aí?
- Por que está com tanta pressa?
- Eu deixei um amigo no telefone.
- Ah, sei.  E você se incomoda de deixá-lo esperando um pouco mais?
- Não. Por quê?
- Wellington, você parece que não está nem aí pra mim.
- Não é isso, meu amor.  Eu te curto muito, mas agora eu preciso ir.
- Espere! -Ela o beija fortemente.
Wellington se afasta e sai porta afora.
“O que será que ele anda aprontando”
Ela fica cismada.


Beijo

Nesse ínterim, Cecília se aproxima de Ariosvaldo e Daisy se entristece ao vê-la. A jovem decide dialogar com o estudante que estava atento na leitura.
- Ariosvaldo, eu lhe incomodo?
- Não. -Ele responde, friamente.
- Que bom! Eu vim lhe fazer um convite.
- Convite?
- Sim. Eu vim te convidar pra ir numa festa que vai acontecer no sábado à noite.
- Eu sinto muito, Cecília, mas não vai dar pra ir. Eu tenho um compromisso. Acabei de marcar com a Daisy.
- Bom, eu entendo.  Deixa pra próxima, então?
- Quem sabe, né?
- Até logo, Ariosvaldo!
- Até! -Ele responde.
Daisy chega e pergunta o que ela queria.
- Ela veio me fazer um convite.
- E você aceitou?
- Não. -Ele responde.
- Eu não acredito que você deu uma negativa pra ela. -Diz ela sorrindo por dentro.
- Pode acreditar.  Eu dei, sim.
- Por quê? - Ela fica curiosa.
- Por que agora eu tô em outra, Daisy.
- E quem seria essa felizarda?
- Você!  -Ele responde confiante.
Daisy fica perplexa com a resposta.

Na esquina, Wellington liga pra Kathleen e fica surpreso quando Hiroshi atende.
- Desculpa, com quem eu falo?
- Com o namorado dela. Mas quem é?
- Eu sou um amigo. Meu nome é Wellington.
- Oi, Wellington. A Kathleen não está. Você quer deixar algum recado?
- Não. Obrigado. Valeu mesmo!  - Ele desliga o telefone.
Hiroshi põe o telefone de novo no gancho e volta a ler o livro, quando Kathleen volta da rua.
- Oi, Hiroshi.  Como estão as coisas?
- Bem.  Eu já levei o Vinícius pra escola.
- Tudo bem.
- Ah, e antes que eu me esqueça: alguém te ligou!
- Quem? -Ela fica curiosa e ao mesmo tempo, pensativa.
- Foi um cara chamado Wellington. Você o conhece?
Kathleen leva aquela pergunta como um baque.

Cecília diz a Mel que Ariosvaldo não aceitou o seu convite, pois ele já marcara um compromisso com a Daisy e a amiga aconselha a não procurá-lo mais.
Já Daisy acredita que o amigo Ariosvaldo está completamente fora de si.
- Por que está tentando se enganar?  Você ama a Cecília e não a mim.
- Engano seu!  Eu a amava. É passado. Hoje eu amo você!
- Me esquece, ok!
- Eu não posso esquecer de você, Daisy. -Ele se aproxima e a beija nos lábios como de imediato.
Cecília chega na hora e se surpreende ao ver a cena.



Próximo Capítulo: 31/05 (20hs)

domingo, 26 de maio de 2019

sexta-feira, 24 de maio de 2019


Estela fica irada com a resposta de Wellington. 
- Por quê? Você não me ama mais? É isso? 
- Eu te amo muito. Mas é que eu não estou pronto. 
Wellington, eu não te entendo. 
- Vamos deixar como está, Estela! Eu estou contigo, não estou? Por que não ficamos assim só curtindo? 
Wellington, eu estou cansada de ficar sempre assim. Eu queria algo mais do que isso. 
Estela, me desculpe, mas eu não posso. Se você insistir com isso, eu acho melhor terminarmos então. 
- Tudo bem, Wellington. -Diz a jovem, decidindo sair pela porta afora. 
Estela, espera aí! -Ele decide seguí-la. 
Estela sai e deixa Wellington sozinho. 

Kathleen entra no consultório do pediatra e responde atenta as perguntas do médico, que passa uma série de exames para a criança fazer. Ela agradece gentilmente e sai, levando o filho. 
Na rua, os dois decidem parar em frente a um carrinho de doces e compram algumas guloseimas. Hiroshi decide passar por ali pra comprar algo também. 
- Oi! -Cumprimenta o japonês a Kathleen, pensando que ela fosse a vendedora, pois o dono não estava ali no momento. -Eu gostaria de comprar esse doce aqui. 
Kathleen percebera o engano e disse: 
- Não! Eu não sou a vendedora, moço! 
- Oh, eu sinto muito! Desculpe! 
- Tudo bem. 
- E onde o dono está? 
- Ele foi ali na frente trocar um dinheiro. Mas ele já está vindo. 
De repente, o vendedor chega e pergunta: 
- Oi, eu posso ajudá-lo? 
- Eu quero comprar esse aqui! -Diz os dois juntos, em uma só voz. 
O vendedor sorri sem jeito e Kathleen percebe. 
- Desculpe! Fale primeiro! 
- Não. Você chegou antes. Por favor! 
- Tá legal! Eu quero dois doces de abóbora, um cachorro quente pra levar e um pedaço desse pudim aí. -Ela identifica na vidraça. 
O vendedor tira os doces da vidraça enquanto Hiroshi decide o que comprar. 
- Mãe, eu quero um biscoito! – O pedido de Vinícius interfere em seu pensamento. 
- Filho, eu já comprei os doces. Se eu comprar o biscoito, você não almoça hoje. 
- Mas eu quero, mãe! Compra! 
- Crianças. -Ela resmunga. 
Hiroshi sorri com a cena e diz: 
- Meu nome é Hiroshi e o seu? 
- Kathleen. -Ela se apresenta. 
- E o nome do seu filho? 
Vinícius. 
- Bonito nome. 
- Obrigada. 
- Ele tem uma semelhança contigo. 
- Ah é? Minhas amigas dizem que ele tem os meus olhos, mas eu não creio muito. 
- Mas elas estão certas. Seus olhos são bonitos e bem parecidos com os dele. 
- Obrigada mais uma vez pelo elogio. 
- Você mora por aqui mesmo? 
- Sim. Moro naquela esquina ali na frente. 
- Eu sou um turista. Vim do Japão faz dois dias. 
- Nossa! Estou surpresa. Japão é incrível! 
Conhece pessoalmente? -Pergunta ele intrigado. 
Não. -Ela sorri um pouco. Só conheço mesmo pela televisão ou internet. 
Hum. Estou no Brasil à passeio. Quero conhecer os pontos interessantes desse país. 
De repente, o vendedor atrapalha a conversa, entregando os doces a Kathleen e perguntando ao turista o que quer. Hiroshi faz o seu pedido e Kathleen arruma a camisa do filho. 

Unidos

Nesse momento, Daisy chega à casa de Ariosvaldo e o convida a ir à festa de aniversário de sua irmã chamada Nilda. O estudante aceita gentil. Já Rubi decide aproveitar o sábado pra sair para o clube com as suas amigas e Cecília decide sair com Estela no shopping. 
Rubi e as amigas entram na onda do pancadão. O funk começa a agitar a galera que estava na pista. Todos começam a dançar ao embalo do som alto. 
- Começou a festa, moçada! -Grita o DJ. 
A pista já começava a lotar de gente. 
No meio da festa, Rubi encontra um amigo e os dois conversam. 
- E aí, cara? Como anda o pessoal do estúdio? 
- Tá indo, Rubi. A galera não desiste nunca. 
- Legal. Qualquer dia, eu passo lá. Falou! 
- Já é! -Ele aperta a sua mão. 
De repente, um adolescente bêbado surge por trás da Rubi e decide tirá-la à força pra dançar. 
- Você está chapado, cara? Vem tirando onda com a minha cara. 
Ao ver a situação, o rapaz decide agir em defesa a jovem. 
Qual é o problema, cara? 
Eu quero a mina. Vai encarar? - O adolescente bêbado diz, enlouquecido. 
Vaza daqui! Cai fora. Se não sabe beber, não beba, droga- Grita Rubi eufórica, interferindo a conversa. 
- E aí, não escutou, não? - Questiona o amigo da jovem. 
O rapaz alcoolizado se afasta xingando e Rubi agradece ao amigo. 
- Obrigado por me defender daquele idiota! 
- Não tem de que, Rubi! Vê se da próxima, se liga, ok? 
- Claro. Eu tô ligada. 
- E aí, vamos curtir? 
- Vamos! -Ela se alegra por dentro. 
  

Estela e Cecília dialogam pelo corredor do shopping. - Eu sou culpada por ter levado uma negativa do seu irmão. 
- Eu sinto muito, Estela! Mas por que você não tenta conversar com Wellington novamente? 
- Eu não acho que valeria a pena, Cecília. 
- Amiga, o meu irmão sabe fazer as suas escolhas. No momento certo, ele vai decidir o seu futuro contigo. 
- Espero, Cecília. A minha relação com o seu irmão virou um caso. Eu não vou esperar a minha vida toda por ele, não! 
  
Wellington arruma o seu guarda-roupa quando se lembra do seu encontro com Kathleen e Vinícius. 
“Jamais imaginei que eu pudesse te ver novamente. 
Ele pensa com seus botões. 
Mais tarde, Cecília o encontra em casa. 
Podemos conversar um pouco? 
Oh Maninha! -Ele a abraça. É claro que sim! Fique à vontade! Como está nossos pais? 
Estão bem Wellington. Eu queria conversar contigo a respeito da Estela. 
Cecília, meu anjo. A minha relação com a Estela não é séria. Você sabe disso! 
Eu não entendo meu irmão. Ela é muito legal. Te ama de verdade. Você parece que não dá a atenção pra ela. 
Foi ela que pediu pra você vir falar comigo? 
Não Wellington. Eu só estou preocupada com você. 
Não precisa se preocupar ok! Eu gosto da Estela simmas ela está me forçando à uma situação chata. Eu não quero me envolver com ninguém agora. Eu sempre sigo meu coração Cecília. 
Tá bom Wellington! Você que sabe o que é melhor pra você. 

Nesse momento, Kathleen se simpatiza com Hiroshi. Ela conhece um pouco de sua vida e ele a dela. Vinícius também tem um forte apreço pelo rapaz. Entre encontros dali e daqui os dois acabam percebendo uma forte atração um pelo outro. O primeiro beijo de Hiroshi e Kathleen acontece num evento poliesportivo da cidade, onde Keyla participava de um campeonato de futsal feminino. 
  
Já Simone encontra Nair e a cumprimenta em frente a Teófilo, que se irrita: 
- Se você tivesse vergonha na cara, você não ousaria responder. -Ele diz a esposa, diante da cabeleireira. 
Teófilo, o que é isso? 
- Deixa, Nair. Teófilo está irritado comigo porque sabe que eu não aprovo as atitudes de Rubi. 
- E eu não aprovo as suas atitudes, Simone! 
- Sua filha merece uma lição e se você não der, eu mesma a darei. 
- Faça Simone, que eu lhe jogo na cadeia. 
Pára vocês dois, ora! Nair pede, irritada. -Teófilo, vai pra dentro! Vamos ser civilizados, ora essa! 
Nair, vamos embora que essa vizinhança me dá nojo. -Diz Teófilo. 
- Desculpe, Simone! -Pede Nair, constrangida. 
- Tudo bem, Nair! -Diz Simone, séria. 
  
No dia seguinte, Ariosvaldo encontra Cecília com Pietro e se sente chateado ao vê-la junto dele. 
Meses depois, Kathleen e Hiroshi decidem namorar. O japonês também comenta à ela que pretende abrir o jogo pra Yuko e Takiro e Kathleen se preocupa um pouco. Arthur decide aprender natação e Nair o apóia. Simone faz sucesso com o seu salão e decide divulgar o seu ponto na rádio local. Rubi continua aprontando nos bailes. Estela decide lutar pelo amor de Wellington e Fábio pretende voltar pra Minas com a mãe Lurdes. 
- Tem certeza de que quer mesmo fazer isso? -Pergunta Lurdes. 
- Sim, mãe! Eu tenho certeza absoluta. -Responde ele, determinado. Eu quero ver meu filho! 
E quanto ao Ezequiel? Ele não vai gostar de revê-lo! 
Eu preciso arriscar mãe. Eu errei no passado com a Kathleen. Agora eu quero reparar esse erro. -Diz ele confiante. 

Ariosvaldo chega à sala de aula e encontra Daisy sozinha estudando para o teste. 
- Posso estudar contigo? 
- Claro. Senta aí!  -Ela o convida. 
- Como foi o seu final de semana? 
- Bom e o seu? Se divertiu bastante? 
- Sim. Este feriado me fez refletir muito. 
- Como assim? 
De repente, Cecília entra na sala acompanhada de algumas amigas que sentam próxima da última fila de carteiras. Ela entra devagar, observa Ariosvaldo, disfarça um pouco e senta na carteira ao lado. Por sua vez, o estudante também disfarça e continua a conversar com Daisy. 
Ariosvaldo, aconteceu alguma coisa? 
- Por que a pergunta? 
- A Cecília entrou e você nem ligou.  Parece que você mudou de repente.  Está doente?  -Ela passa a mão na testa dele, com um ar de zombaria. 
Ariosvaldo sorri com o gesto de Daisy e responde: 
- Não estou doente. Estou bem.  Ah, e antes que eu me esqueça, quer ir à uma festa neste sábado? 
- Festa? Agora eu estou percebendo!  Você deve estar mesmo doente. 
- Você quer ir ou não? 
- Mas é claro que eu aceito. 
- Ótimo. Eu te pego as sete. 
- Espere um pouco!  O que realmente aconteceu pra você mudar tanto? 
Daisy, lembra-se dos conselhos que me dava sobre a Cecília, pois bem, eu decidi seguí-los. Da Cecília agora, eu quero apenas amizade e nada mais.  -Diz ele, a deixando surpresa. 

Alunos conversando
  
Nesse ínterim, Wellington procura por sua agenda telefônica e não a encontra. Ele desarruma o seu gabinete inteiro. 
Ao chegar ao escritório, Estela decide organizar a sua mesa, quando ela encontra a tal agenda do seu futuro noivo e decide inspecionar todos os seus contatos. 
Wellington não tem jeito. Só falta esquecer a cabeça. Mas pensando bem, o que será que tem nessa agenda? Ele não vai ficar chateado se eu ler, né?  -Ela reflete sozinha. - Sabe de uma coisa, eu não me importo. 
Ela abre a agenda e folheia as páginas quando um endereço novo cai de uma delas. 
- Ora, ora, o que temos aqui? - Ela pega o pedaço de papel. Kathleen?  Quem é essa mulher?  - Ela fica indignada. 
Verificando a data e o endereço que se dizia ser de Minas acompanhado de um número de telefone, Estela fica lúcida de raiva e supõe que Kathleen não é um nome estranho, pois Wellington lhe falou um dia que conhecera uma Kathleen na infância, ou seja, os dois estudaram juntos. Mas isso fazia muito tempo e ele não a via desde o colegial. 
- Eu não acredito que ele esteve na casa dela há meses atrás. Que droga! - Ela fica furiosa. 
De repente, o telefone toca e ela muda sua expressão facial ao ver que é Wellington na chamada. 
Oi, Wellington! O que houve? 
Estela, meu amor, eu preciso te perguntar algo? 
- Sim. O que se trata? 
- Você viu a minha agenda telefônica? 
- Ela está aqui comigo. 
- Puxa, que bom!  Eu estava precisando dela agora. 
- Por que você não vem buscá-la? 
- Claro.  Eu já estou chegando aí. Obrigado! 
Antes que Estela falasse alguma coisa, Wellington desliga rapidamente, fazendo com que ela ficasse ainda mais furiosa por dentro. 
- Eu não vou te perdoar, Wellington.  Eu não vou mesmo. - Ela pensa, anotando ao lado o endereço da Kathleen numa folha a parte.

Chance

Próximo Capítulo: 28/05 (20hs)

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