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sábado, 16 de março de 2019


À noite, Matt janta ao lado da esposa e do filho Renan numa farta mesa.
- Amor, tudo bem? - Pergunta Christine, com os seus olhos negros e cabelos ruivos.
- Sim. - Responde ele, degustando o vinho.
- Está quieto hoje. Você não é assim!
- Eu estou pensando no caso de Regina Winston.
- Matt, será que não dá pra parar de pensar nisso nem no momento em que estamos juntos em família? -Se irrita ela.
- Querida, desculpe! - Ele diz.
Christine fica chateada sobre a mesa e Matt decide confortá-la.
- Eu prometo que não trago mais assuntos do trabalho pra dentro de casa, ok! Quando terminar esse caso, eu vou me dedicar mais a você e ao nosso filho.
- Nosso filho precisa de você, Matt! Ele sente muito a sua ausência.
Matt fica em silêncio por alguns instantes e Renan interfere o diálogo:
- Pai, eu quero ser policial quando crescer! 
Christine se levanta da mesa e Matt sente.

Pai e Filho

- Pai, eu posso ser policial?  -Pergunta Renan.
- Filho, ser policial é um trabalho muito perigoso. -Diz Matt. -Você pode ser astronauta. Lembra do telescópio que eu fiz pra você três semanas antes. Você pode ver as estrelas, a lua, os planetas. Que tal? Vai ter uma astronave linda e vai poder conhecer as galáxias.
- Não, pai! Eu quero ser policial mesmo. Eu quero prender os bandidos da rua. _diz Renan.  -Eu não quero ser astronauta.
- Ele não vai entender, Matt! Percebe agora como o seu trabalho está interferindo no futuro do seu filho? -Diz Christine.  -Ele não para de pensar nessa maldita profissão por sua causa.
- Amor, eu não posso deixar o meu trabalho. E o nosso filho tem apenas cinco anos de idade. Mais tarde, ele vai descobrir o que é melhor pra ele.
- Filho, vá escovar os dentes! -Pede Christine á Renan, que sai da mesa.
- Christine, quando você me conheceu, eu já era um policial.
- Sim, claro! Se o tempo pudesse voltar atrás, eu não tinha me envolvido com você, Matt.
- Ah, claro! E nem o nosso filho, a qual tanto amamos, não existiria. Christine, não vamos discutir sobre o meu trabalho. Temos um filho lindo e ele precisa muito do nosso apoio.
- Você está certo, Matt! É que eu me sinto cansada com tudo isso.
- Eu sei que não está sendo fácil pra nós dois, mas eu te amo muito, meu amor.  -Diz Matt, tocando em seu rosto e afagando seus cabelos.
Christine se afasta de Matt e decide ir pro quarto.
O policial se senta no sofá e abaixa a cabeça, pensativo.


No dia seguinte, Matt visita a casa de Olivier e ele, gentilmente o atende.
- Em que posso ajudá-lo?  -Ele pergunta.
- Oi, tudo bem? Meu nome é Mathew e sou policial investigativo. Estou à procura de informações que possam me levar ao falecimento de Regina Winston.
- Ah, sim! O que quer saber sobre ela?  -Pergunta o homem robusto, de um olhar sério e alto.
- Como era a relação dela com os amigos, principalmente com você?
- Eu e Regina éramos grandes amigos. Ela confiava mais em mim do que nos outros. Eu fui seu ombro amigo, parceiro mesmo.
- Você era do tipo confidente, então? Sabia tudo a respeito dela?
- Sim. Ela tinha muita afeição pela minha pessoa.
- E por que Regina confiava em você e não nos outros?
- Bom, porque eu sempre estive mais próximo dela e da família. Antes de se casar com Feliciano, já tivemos um caso, mas foi por pouco tempo. Depois nos tornamos melhores amigos e a partir daí, tentei ajudá-la sempre que possível.
- Ajudá-la? Em que sentido? - Indaga Matt.
- Coisas da faculdade que ás vezes, ela tinha dúvidas e perguntava a mim.
- Mas você entendia do assunto?
- Pior que não. Mas eu tentava ajudar.
- Sei. -Diz Matt, sério. -E como você via o casamento de Feliciano e Regina?
- Regina passou por crises no seu casamento, devido ao egoísmo e ciúmes doentios do marido. Feliciano não gostava das amizades dela, não a deixava sair pra lugar algum e isso causou uma séria desavença entre os dois. Regina, ás vezes, ficava triste, sem chão, totalmente desconsolada e seu desejo era de sumir cada vez que Feliciano á impedia de alguma coisa. Entretanto, ela não era feliz com o marido, por isso, pediu a separação.
- Hum. Entendo! E ele foi obrigado a dar a separação, perante a justiça?
- Exatamente. - Responde ele.
- E você ou algum amigo dela chegou a presenciar fatos de agressão dentro da casa?
- Policial Mathew, Feliciano nunca moveu um dedo em cima de Regina. Pelo menos, é o que eu sei até hoje. Eu cheguei a questionar sobre isso, mas Regina jurou que ele jamais a tocara agressivamente.
- E como eram as suas visitas na casa dele?
- Não havia visitas. Conforme eu disse antes, Feliciano não gostava das amizades da esposa e isso impedia todos os amigos dela, inclusive eu, de entrar na casa e visitá-la. Não havia festas, nem comemorações. Regina passou um tempo longe de tudo.
- Olivier, eu também descobri que Regina freqüentava um resort de águas termais, onde você é segurança atualmente.
- Então, Regina freqüentava sim, mas todas as visitas que ela fazia ao resort eram acompanhadas pelo marido.
- Mas você acabou de falar que ele a impedia de sair.
- Não, nesse caso! Ele impedia Regina de sair pra qualquer lugar que fosse, mas quando ele se sentia disposto, ele a levava completamente obrigada.
- Entendi! -Diz Matt, anotando tudo em seu caderno.
- Uma última pergunta: qual foi a última vez que você viu Regina?
- Então, eu a vi dois dias atrás na casa de sua tia Juliet. Ela estava bem e se sentindo realizada por estar trabalhando e por ter alugado um quarto no condomínio principal, seu sonho de consumo que durou pouco né?
- Obrigado, Olivier! - Agradece Matt, o cumprimentando. -Foi um prazer falar com você!
- Espero que eu tenha ajudado, policial! -Diz ele.
- Ah, sim! Ajudou e muito! Valeu mesmo. -Matt finaliza.

Algumas horas depois, Smith telefona pra Matt e avisa que Regina se encontra na funerária local e que a análise do acidente provou sabotagem.
- Então, temos um indício de sabotagem?  -Diz Matt.
- Sim. Está confirmado por aqui. Vou te passar o relatório por e-mail.
- Claro. Pode mandar, sim! -Diz Matt. -Eu estive na casa do Olivier e tudo normal. Ele me contou uma versão que me deixou com certa dúvida.
- O que ele disse que te deixou confuso?
- Segundo Olivier, Regina não era feliz com o marido. Bom, até aí confirma a versão de Juliet. Mas ele também me disse que ela era impedida de sair de casa. Você já recebeu alguma informação desse tipo?
- Matt, eu não vou mentir pra você! Houve uma denúncia anônima de que Regina estaria sendo mantida presa dentro de casa pelo marido, mas quando fomos ao local, estava tudo normal. Suspeitamos de uma pista falsa. Mas qual é a dúvida?
- Certo! A minha dúvida é o seguinte: se Regina era mantida presa ou não e tinha acesso pra sair de vez em quando, por que Feliciano á levava para o resort, sempre que queria?
- Talvez pra não chamar muita atenção. Seria uma demonstração de que seu casamento era feliz e que não tinha momentos ruíns.

Telefonema Importante

- É uma possibilidade. Como Regina era uma pessoa popular, conhecida, Feliciano sabia que se a privasse muito, ele se tornaria um vilão aos olhos das pessoas e sua carreira não seria tão bem-sucedida.
- Exato! E agora, qual é o próximo passo?
- Vou conversar com a Dinorah! Segundo o relatório que você me passou, ela também é amiga próxima de Regina. As duas se conheceram na faculdade. -Diz Matt, consciente. -Quem sabe, ela não tem algo de bom pra me dizer?

Dinorah arruma as suas malas quando a campainha é soada.
- Já vou! -Ela diz em voz alta. Segundos depois, ela abre a porta.
- Dinorah Mackenzie? -O policial Matt pergunta.
- Sim. Sou eu mesma. -Ela responde, calma.
- Meu nome é Mathew e sou policial investigativo. Eu gostaria de conversar com você por alguns minutos.
- Policial, só que agora eu estou ocupada. Tenho que organizar algumas coisas por aqui.
- Não se preocupe! Não vou exigir muito do seu tempo. Só preciso fazer algumas perguntas a respeito de Regina Winston.
- Ah, claro! - Ela o deixa entrar. -Fique à vontade!
- Obrigado! - Ele entra na casa e observa as malas e algumas coisas desorganizadas. -Pretende se mudar?
- Sim. Eu estou indo pra casa de uma irmã que fica no sul.
- E justamente hoje, dia do enterro de Regina Winston?
- Eu pretendo ir ao enterro antes de tomar meu rumo, senhor policial!
- Certo! Bom, mas vamos resolver logo a minha visita aqui. -Diz Matt, sentando e se preparando pra fazer as perguntas. -Como conheceu Regina Winston, Dinorah?
Dinorah fica séria por alguns instantes, mas se mantém calma.
Ela decide contar tudo o que sabe a Matt.
- Eu conheci Regina na escola. Fomos amigas na adolescência. Ela era uma pessoa muito importante pra mim, senhor policial.
- Importante como?
- Ela me ajudou muito na época que eu estava grávida de minha filha Brendha. Ela me apoiou e me fez mudar de idéia a respeito de um possível aborto que eu pretendia fazer no passado. Senhor policial, se não fosse pela Regina, eu não teria a minha filha hoje. Meu ex-namorado me largou grávida e nem quis saber da criança que eu esperava. Regina mudou a minha vida e a da minha filha.
- Entendo! Como você via o casamento de sua amiga?
- Eles se amavam muito. Regina e Feliciano eram muito próximos um do outro. Tinham uma relação sem brigas.
- Segundo Olivier e Juliet, o casamento dos dois não ia muito bem.
- Olivier sempre amou Regina, desde que tiveram um caso no passado. Ele jamais suportou a idéia de perdê-la pra Feliciano. Quanto á Juliet, ela amava muito a sobrinha e não gostava de Feliciano, porque achava que ele á maltratava e á agredia fisicamente. Policial, não era isso o que acontecia naquela casa. Era o contrário de tudo isso que os dois vieram a falar ao senhor.
- Mas por que houve a separação? Algum motivo tinha pra tal fato acontecer, né?
- Regina se separou de Feliciano porque ela foi flagrada em ato de traição. Feliciano descobriu que Regina e Olivier estavam tendo um romance escondido, ou seja, o caso que os dois tiveram no passado havia voltado novamente.
- E porque Feliciano não pediu a separação?
- Talvez porque a amava muito. Mas Regina era teimosa e ela percebendo que cometera um erro grave e com medo de ser exposta, ela mesma pediu a separação, sem nada em troca. Mas Feliciano não queria dar o divórcio e ela pediu auxílio da justiça.
- Qual foi a última vez que viu Regina?
- Dois dias antes. Ela estava feliz que tinha arrumado um emprego novo e que a sua vida melhoraria á partir desse ano.
- Ela tinha algum plano para este ano?
- Sim. Tinha muitos, inclusive o desejo de trocar o seu carro por um mais novo.
- Foi bom você tocar nesse assunto do carro. Regina fez autoescola ou ela aprendeu á dirigir com alguém?
- Ela fez autoescola, que foi pago pelo próprio marido.
- E quanto ao condomínio, onde ela alugava um quarto?
- Também era pago por Feliciano. Ele estava se responsabilizando por tudo. As contas que ela tinha eram pagas por ele até hoje, após a separação.
- Então, consideramos que Regina era uma mulher de sorte. O ex-marido ainda se compromete á pagar o seu apartamento e suas dívidas.
- Ele é uma pessoa muito boa. Só Regina que não soube enxergar isso.
- Feliciano lhe deixava visitar Regina?
- Claro, senhor policial! Ele não impedia ninguém de vê-la. O único que não tinha muita afinidade com ele é Olivier, que não freqüentava a casa, por causa do seu romance com Regina. -Diz ela, séria.
Matt fica pensativo por alguns instantes e agradece pelo depoimento. O policial pede à mulher que não se ausente da cidade por motivos investigativos e ela fica séria.

Acontece o funeral de Regina Winston. Todos estão presentes, inclusive Matt e o delegado Smith. Juliet fica em estado de prantos e Olivier a conforta. Dinorah fica em silêncio e Justine é a última a chegar. De repente, Feliciano os encontram e sente a perda da ex-mulher. Ao lado do caixão da vítima, ele pronuncia algumas palavras de afeto e abaixa a cabeça, deixando uma flor. Juliet se aproxima dele e fica séria. Assim, ele se afasta e senta junto com os convidados no banco. O padre começa a fazer um discurso sobre Regina. Matt encara pra Smith e os dois não falam nada. Brendha emociona a todos com um poema em homenagem à Regina. Do outro lado da esquina, Suzi assiste a cena e decide fazer uma ligação.
- Já está acontecendo! – Ela avisa.
- Ótimo! Mantenha posição e fique alerta. Qualquer coisa, me liga de volta! -A voz diz, em tom moderado.

Jaz em Paz

Depois do funeral, Matt encontra Smith no carro e os dois conversam sobre o caso.
- Alguma novidade, Matt? -Pergunta Smith.
- Nada de concreto ainda. Apenas versões que me deixam com certas dúvidas.
- Mas você sabia que este caso não seria fácil, Matt!
- Sim. Eu imaginava isso, Sr. Smith. Creio que existe um fato revelador no meio de tantas suposições, mas no momento eu não sei dizer o que se trata.
- Entre verdades e mentiras, o fato é que Regina está morta devido a um acidente que foi planejado e todos são suspeitos, Matt!
- É verdade, Sr. Smith! Todos são suspeitos e eu vou achar o culpado ou culpada da morte de Regina. -Diz Matt, convencido.- Custe o que custar!

Assim que todos se vão embora inclusive Matt, Suzi se aproxima da lápide de Regina de óculos escuros e deixa uma rosa próxima. Ela se retira alguns minutos depois.
Á noite surge, ela abre a janela do seu apartamento e vê a lua tão brilhante e clara no céu escuro e pouco estrelado. Ela tira a camisola e se despe, ficando completamente nua. Em seguida, liga o abajur e se deita na cama. O telefone celular toca e ela atende.
- Oi!
- Já está deitada? -Pergunta a voz do outro lado da linha.
- Sim. - Ela responde.
- Que pena! Eu iria convidá-la pra sair.
- Deixa pra próxima!
- Vai ficar me devendo, hein?
- Não se preocupe! Eu vou saber lhe pagar direitinho. -Provoca ela.

No dia seguinte, Suzi decide ir na portaria pra falar com o porteiro Serapião e encontra Matt pedindo-lhe as chaves do apartamento de Regina. Ela fica surpresa e ao mesmo tempo, curiosa. Os dois se esbarram.
- Oi, Suzi! -Diz Matt, a cumprimentando.
- Oi, Matt! Que bom revê-lo outra vez! -Ela diz.
Serapião entrega as chaves á Matt e diz:
- Você pode ir agora, senhor policial!
- Obrigado, Serapião! -Ele agradece.
- Então, quer dizer que você é policial? -Interfere Suzi.
- Sim. -Responde ele, gentil.
- Eu sabia que existia alguma coisa em você. Você é tão forte, tão sexy! Imaginei que gostava de se envolver em perigo e de ajudar as pessoas ao seu redor. -Ela diz, num tom suave e delicado.
- Eu sou policial desde os vinte e dois anos de idade. Me formei cedo na corporação.
- Hum. -Ela diz. -Mas deve ser arriscado a sua profissão, né?
- Bastante. Trabalho como policial investigativo. Estou num caso novo agora. Tenho que solucionar o assassinato de Regina Winston, uma pessoa conhecida na cidade, que fatalmente foi encontrada morta num trágico acidente de carro próximo a ponte da região.
- Entendi, Matt! Mas sem querer, eu ouvi que neste condomínio Regina fora hospedada em um apartamento.
- Pois é! É a segunda vez que apareço por aqui e talvez eu possa encontrar informações a respeito da vítima. Você conhecia Regina?
- Não pessoalmente. Eu só a conhecia por fotos e por televisão mesmo. Ela era esposa de Feliciano, um escritor famoso, né?
- Exatamente, Suzi! E você o que faz? -Pergunta Matt.
- Sou decoradora de imóveis. É um trabalho bem interessante e mais divertido.
- Hum. Bem interessante mesmo! Agora, preciso ir! A gente se vê!
Suzi se despede do rapaz e decide folhear uma revista que estava em cima do balcão.
- Posso ajudá-la? -Pergunta Serapião.
- Ah, claro! Eu gostaria de saber se alguma encomenda chegou em meu nome nestes dias? -Ela o interroga.
- Ah, sim! Vou verificar pra senhorita! Como se chama?
- Suzi Vielmont. - Responde ela.
Ele sai pra verificar, enquanto ela o aguarda.
- Aqui está, senhorita Suzi! - Ele entrega um pacote lacrado.
- Obrigada! Agora, me tira uma dúvida!
- Pode falar! -O porteiro diz.
- Qual é o número do apartamento de Regina?
- Posso saber o que se trata?
- Eu esqueci de falar com o policial um assunto importante. Preciso vê-lo!
- Ah, claro! É o apartamento 384, senhorita Suzi!
- Mais uma vez, muito obrigada e bom serviço! - Ela responde e sai, o deixando fascinado com tanta simpatia.


Christine vai à delegacia local e encontra Smith em sua sala.
- Christine, é um prazer vê-la aqui! Mas quanto tempo, hein?
- Oi, Sr. Smith! O Matt se encontra?
- Não. Ele foi ao apartamento de Regina. O seu marido está disposto a resolver logo o caso.
- Eu imagino. -Ela diz, com uma expressão nada feliz.
- Aceita um café? - Ele oferece.
- Claro! - Ela pega o copo de café das mãos dele e agradece.
- Matt me disse que você não está feliz com o trabalho dele.
- E não estou mesmo, Sr. Smith! Eu sei que o meu marido é um bom policial e todos os casos que ele pega, ele resolve numa boa, mas o fato é que eu estou cansada de viver assim. Sr. Smith, Matt tem um filho agora e o Renan precisa de um pai presente. Matt não está tendo tempo nem para o filho dele.
- Eu sei que é complicado, Christine, mas Matt é um bom profissional e não tinha outra opção a não ser chamá-lo pra este caso.
- Ás vezes, parece que você está contra mim e a favor dele sempre.

Colocando contra a Parede

- Você sabe perfeitamente que não é bem assim! Somos bons amigos e eu sei que ele tem obrigações. Eu reconheço o profissionalismo dele!
- Me desculpe, Sr. Smith! É que a minha vida está um caos atualmente.
- Christine, se você estiver agindo assim, não será eu o culpado pelo fim do seu casamento. Você precisa aceitar o trabalho de Matt, porque se isso continuar, eu sinto muito lhe dizer isso, mas o Matt não vai agüentar. Ele vai se afastar de você, nem que seja aos poucos.
Christine fica em silêncio.

Dinorah termina de arrumar as coisas e decide sair da casa. Brendha já estava lá fora à sua espera. Assim que apaga as luzes e tranca a porta, alguém a surpreende por trás e dá um golpe de mão fechada em suas costas. Ela cai, inconsciente e a pessoa a coloca sentada próximo da parede. Em seguida, revira os móveis todos. Dinorah volta a si e fica confusa ao ver o desconhecido em sua frente.
- O que disse ao policial? -Ele a interroga.
- Eu não disse nada. -Ela responde.
- Eu sinto muito, mas você não vai poder ver quem é o assassino de sua amiga Regina. -Ele mostra-lhe um canivete.
- Não faça isso! -Ela se desespera aflita.
Apenas um grito ecoa pela redondeza.


*Próximo Capítulo: 18/03 - 20hs
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